Depois de tudo o que escrevi aqui aquando da recente reedição de Ten e de alguns álbuns que me passaram ao lado (o último que prestei realmente atenção foi o Riot Act, de 2002) é com um misto de alegria e nostalgia que volto ter o prazer de por a tocar um álbum dos Pearl Jam. Sinceramente, já tinha saudades. O álbum é como que um resumo da matéria dada (incluindo as recentes aventuras a solo de Vedder, para o magnífico filme Into the Wild) mas tudo isso acaba por ser secundário. O mais importante é que ouvir os Pearl Jam continua a ser um prazer, como um regressar as origens que realmente nunca deixámos de todo. Amém!
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Depois de tudo o que escrevi aqui aquando da recente reedição de Ten e de alguns álbuns que me passaram ao lado (o último que prestei realmente atenção foi o Riot Act, de 2002) é com um misto de alegria e nostalgia que volto ter o prazer de por a tocar um álbum dos Pearl Jam. Sinceramente, já tinha saudades. O álbum é como que um resumo da matéria dada (incluindo as recentes aventuras a solo de Vedder, para o magnífico filme Into the Wild) mas tudo isso acaba por ser secundário. O mais importante é que ouvir os Pearl Jam continua a ser um prazer, como um regressar as origens que realmente nunca deixámos de todo. Amém!Pearl Jam e o sinal dos tempos
Publicada por
Breites
on domingo, 29 de março de 2009

Já não é notícia para ninguém que Ten, o primeiro álbum dos Pearl Jam, foi agora reeditado 18 anos depois. Apesar de não ser um género de música que me puxe muito para ouvir na actualidade os Pearl Jam foram uma banda que marcou a minha adolescência, em parte por influência do meu cunhado, fervoroso adepto da banda de Seattle. Eram tempos bem diferentes dos de hoje, em que um miúdo de aldeia como eu nem sonhava com o que se fazia por esse mundo fora (a internet, por exemplo, ainda era uma miragem bem distante). Apesar de ter ouvido muito lixo nessa altura houve bandas que me conquistaram para a vida, como os Prodigy ou os Chemical Brothers, estes por influência do primo “Abílio”.
Para aqueles que, como eu, continuam a gostar da banda de Eddie Vedder a reedição de Ten só pode ser boa notícia. A reedição traz um CD extra com novas remisturas de Brendan O'Brien, o DVD da actuação no MTV Unplugged e mais uns aperitivos para os verdadeiros fãs.
Para aqueles que, como eu, continuam a gostar da banda de Eddie Vedder a reedição de Ten só pode ser boa notícia. A reedição traz um CD extra com novas remisturas de Brendan O'Brien, o DVD da actuação no MTV Unplugged e mais uns aperitivos para os verdadeiros fãs.
